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terça-feira, 9 de julho de 2013

Alô Estados Unidos, CIA, NSA, a quem interessar possa


Ainda não tenho filhos, mas já estou casada. Fiz faculdade de Ciências Políticas, pretendo fazer um mestrado em breve. Moro no Rio de Janeiro e já visitei alguns países. Semana que vem estou indo a um seminário. Ontem estive.... ah! Vocês já sabem!?!?!?!

Não estamos mais seguros. Estivemos algum dia?

Não é de hoje que Estados Unidos vigia e espiona países estrangeiros. Mesmo antes do Facebook, Twitter e de todas as novas tecnologias que a cada dia inovam ainda mais as maneiras de expor nossas vidas.

A diferença de hoje é que para os Estados Unidos tornou-se mais fácil, mais rápido e talvez menos caro, invadir a privacidade e monitorar a vida alheia. Alheia, será? Não somos mais alheios. Ainda não fomos oficialmente apresentados, mas pra quê tanta formalidade não é mesmo? Aproveita e dá uma curtida lá naquele meu último post!

Ingênuo é aquele que ainda continua acreditando que Estados Unidos, no seu imponente e fatídico discurso de direito pleno, democracia, liberdade... blá blá blá, é exemplo de país que pratica todos estes princípios que acabei de mencionar.

Na verdade, o Brasil assim como outros países que se colocam (colocavam? ou colocam?) à mercê do Governo norte-americano, naquela conhecida subserviência ridícula, já estava acostumado em abrir as p...ortas para o EXEMPLO de país desenvolvido, livre, democrático  e que possui a Times Square, Hollywood, Disneylândia...

Mais ingênuos seremos nós em permanecer na crença de que o Governo brasileiro não sabia. É óbvio que todos sabiam, ou pelo menos aqueles que deveriam saber. A grande questão agora é a opinião pública. “Como assim, eles entram no meu Facebook?”, “Cadê minha privacidade?”

Bons tempos aqueles das cartas escritas à mão e enviadas pelos correios, malotes. Naquela época era melhor. Não tinha internet e a CIA, NSA, e não sei mais o que lá, não eram uma ameaça. A não ser pelo fato de interceptarem as cartas, abrir e depois fechá-las como se nada tivesse ocorrido. Pelo menos a gente não ficava sabendo, não é verdade!


Estados Unidos, os espertos, aqueles que estão à frente de todos e até deles mesmo.

Oriente-se.

segunda-feira, 21 de março de 2011

''Se morrer gente tudo bem. Pior é se acertar os campos petrolíferos''



Laerte Braga me lavou a alma com esse texto magnífico.


Por: Laerte Braga
Via: DiárioLiberdade

Um jornalista desses ávidos de cutucar o ex-presidente Lula escreveu que o seu não ao convite para o almoço com Barack Obama era por conta de uma “dor de cotovelo”. Bobagem. Os contorcionismos irônico/linguísticos do dito jornalista foram uma baita confusão. Lula deu uma banana para Obama. Só isso.

A elite paulista, a princípio agastada com o fato do “imperador” não visitar São Paulo, lotou os aviões da ponte aérea para assistir contrita e de joelhos a fala terrorista no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Às dez horas da manhã alguns bem postos empresários paulistas e d’outras bandas já estavam na fila da revista à frente do Teatro na sofreguidão de mostrar serviço e disposição para obedecer.

Aquele negócio de colocar os braços levantados contra a parede enquanto a turma checa se existe algum artefato ou prospecto hostil ao terrorista Barack Obama. É tudo uma questão de frenesi patriótico.

As criticas paulistas (um país vizinho e que fala a mesma língua) começaram a pipocar quando o esquema do “grandioso espetáculo” virou foguete molhado e só espirrou.

Quem vai prender os agentes norte-americanos que, em território brasileiro, submeteram quatro ministros panacas a uma revista humilhante para o País e os brasileiros? Para eles nem tanto, estão acostumados a beija mão, beija pé, quando se trata de poderosos.

Só saíram depois das humilhações e quando perceberam que não tinham privilégios em relação aos outros convidados para ouvir o discurso do terrorista norte-americano.

E a presidente? A mídia registra que Dilma Rousseff estava ao lado de Obama quando o genocida autorizou o ataque à Líbia e não disse uma palavra. E o Brasil se absteve de votar a resolução que autorizou a ONU a criar o tal num sei o que aéreo. Lembrei agora, ZONA. Nada a ver com ZONA DE BAIXO MERETRÍCIO que isso é lugar de respeito. Todos os aparelhos de tevê são desligados nos horários do JORNAL NACIONAL e do BIG BROTHER.

Não importa se cidadãos líbios vierem a morrer por conta do poderio militar de potências terroristas à frente os Estados Unidos. Importa preservar os campos e as instalações da indústria petrolífera, evitar que fiquem com os líbios. É esse o objetivo real da missão “humanitária” da ONU.

Ângela Merkel, primeira-ministra da Alemanha, ao lado de Lula, na visita do presidente brasileiro àquele país, condenou o Irã por estar, segundo ela, buscando desenvolver armas nucleares. De pronto Lula respondeu que para pedir o que os EUA e outros países estavam pedindo era preciso ter moral, ou seja, não ter armas nucleares. Colônia norte-americana desde o fim da IIª Grande Guerra a Alemanha abriga bases da OTAN com múltiplas ogivas carregadas de armas nucleares.

Dilma ficou calada, nem piou, apenas sorriu no deslumbramento do poder, quando Obama pediu licencinha e autorizou mais um genocídio contra árabes.

A presidente dá a sensação que mergulhou sem os devidos cuidados e passou da zona limite, entrou em estado de euforia e acha que pode dançar o baião de dois com o terrorista branco engraxado de preto. Negro é outra coisa. Foi um dos pratos do almoço oferecido a um criminoso internacional no Palácio do Itamaraty.

A senhora Patriota, que é norte-americana de nascimento, brasileira naturalizada, mora na Colômbia, é funcionária da ONU, não gosta de Chávez e segundo a mídia mantém “um casamento à distância” com o chanceler brasileiro Anthony Patriot, ia explicando tudo a Michelle Obama e em inglês fluente.

Um bando de senhoras e senhoritas, ao mesmo tempo e em uníssono, suspirava diante da elegância da primeira-dama do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A, desesperadas para saber a marca do batom.

Todo esse show de subserviência começou a ser arquitetado nos corredores da REDE GLOBO. A idéia dos “mentores intelectuais” de Hillary Clinton nessas bandas brasileiras era promover um espetáculo de tal ordem que o mito Lula terminasse sepultado sem direito a salva de canhão, ou coisa que o valha e o mito Obama fosse introduzido (opa!) no Brasil e brasileiros.

Seduzir a presidente a embarcar nessa canoa furada foi o de menos. Um mimo aqui, outro ali, programa de Ana Maria Braga, uma omelete e Dilma já imagina que a dita cuja omelete é parte do cardápio diário do brasileiro em homenagem a ela.

Sérgio Cabral e Eduardo Paes, respectivamente governador do estado e prefeito do Rio de Janeiro não seriam problemas. Um “negócio” a mais.

Fechado o acordo com os “mentores intelectuais” do terrorista em Washington, a pantomima começou a ser armada. Uma rápida estadia em Brasília e como disse o jornal argentino LA NACIÓN “um prolongamento do carnaval carioca, para receber Obama”.

Deu tudo errado a despeito das imagens mostradas pelas redes de tevê privadas e das notícias noticiadas pela mídia impressa ou ditas nas rádios.

Lula deu uma banana para Obama. No máximo Collor, Sarney e FHC figuras respeitadíssimas no mundo do crime. E o patético Itamar Franco, que até hoje acredita que foi presidente da República.

O comício na Cinelândia, a apoteose, acabou sendo cancelado, o medo das vaias, dos protestos, a reação de ponderável parcela da população do Rio que, num grito só espantou os organizadores – “alto lá isso aqui não é São Paulo”. Falo da São Paulo FIESP/DASLU.

A visita a Cidade de Deus durou vinte minutos, Obama não sabe nem fazer embaixadinhas e em cada laje um atirador de elite para o caso de algum morador ensaiar um gesto ou uma palavra que pudesse desagradar o terrorista.

E tome bomba nos líbios. No Iêmen não. O governo lá matou cinqüenta e duas pessoas que protestavam contra a ditadura, mas a ditadura é aliada do conglomerado.

Existem não sei quantas resoluções aprovadas pelo Conselho de Segurança com sanções contra Israel, mas Israel é sócia privilegiada do conglomerado, aí pode matar palestinos, roubar água, invadir terras, prender, torturar, estuprar, seqüestrar, etc, que é tudo em nome da democracia.

As mudanças na agenda de Obama foram apenas ajustes no roteiro do filme A FARSA DA DEMOCRACIA. E enquanto iam mudando o terrorista recolhia-se ao seu camarim no hotel, aguardava novas instruções e recebia informações sobre os campos petrolíferos da Líbia.

Zona de exclusão aérea é zona de “meus negócios seguros”. Coisa assim como parte da militância do PT (cada vez mais PSDB) carregando as pedras da história do partido, despedaçada pela incontinência e inconsequência dos chapas brancas, todos colocadinhos em mesas burocráticas com carimbos, clips, salários, etc, um monte de consultorias, palavrinha mágica para mutreta. E, ia me esquecendo, pronto a serem revistados a qualquer hora e a qualquer momento.

Matar líbios, afegãos, iraquianos, palestinos, derrubar governos (Honduras) isso é o dia a dia do crime organizado no mundo globalizado, do terrorismo em forma de sociedade anônima, mas com um sócio majoritário capaz de destruir o mundo cem vezes com seu arsenal de boçalidade.

O problema agora é saber se a turma que quis esculhambar o País nesse fim de semana vai carregar Dilma até o fim, ou vai tentar alternativas diferentes. Ninguém vai aguentar a presidente toda semana recebendo Shakira, no programa de Ana Maria Braga, na Hebe, esses trens que assombram o brasileiro pelo alto conteúdo educativo, etc, etc.

A elite econômica do Brasil já percebeu que os programas sociais criados no governo Lula podem servir para garantir o poder, o lucro nosso de cada dia, basta cooptar quem tem a chave do cofre. Foi o que fizeram.

A revista aos ministros e ao presidente do Banco Central foi um tapa na cara de cada brasileiro. Dos ministros e do presidente do BC não. Estão acostumados a tirar os sapatos para o poder.

Convenceram Dilma que a presidente é uma grande líder e pode ascender aos céus ao final de seu mandato.

E ela acreditou. Está aí o problema, está aí o perigo.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

ONU - Organização das Nações Unidas ou OEU - Organização dos Estados Unidos?



Porque chamar Organização das Nações Unidas (ONU) enquanto que o correto seria Organização dos Estados Unidos (OEU)?

É assim que mais uma vez Estados Unidos violenta descaradamente e inescrupulosamente o direito dos palestinos vetando um projeto de resolução proposto pelos países árabes no Conselho de Segurança da ONU, em que condena a construção de assentamentos israelenses em territórios palestinos.

O que dizer de um país, único diga-se de passagem, à vetar uma proposta de tamanha importância para o povo palestino? Nada mais repugnante e desprezível.

A ONU, por sua vez, mais uma vez demonstra o quão inexpressiva é. Na verdade, com essa conduta não há o que pensar a não ser na Organização das Nações Unidas como um blefe. Como já tratado aqui neste blog, basta um único veto por parte dos membros permanentes (Estados Unidos, União Soviética, Grã-Bretanha, França e China) para anular qualquer proposta ou projeto. Estados Unidos foi o único a votar contra. Com isso, ele prejudica o processo de paz, humilha ainda mais o povo palestino, contribui para a disseminação da violência, além de ir contra os princípios da ONU cujo objetivo seria, entre outros, manter a paz e a segurança mundial.
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