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segunda-feira, 14 de março de 2011

Exército israelense desperta crianças palestinas no meio da noite para fotografá-las


Nabi Saleh é um vilarejo perto de Ramallah, conhecido por seus protestos pacíficos contra o confisco de terras, assentamentos ilegais e o Muro do Apartheid. A ofensiva israelense contra essas manifestações pacíficas é dura e igualmente exercida contra as crianças e adultos. Um novo método utilizado para intimidar as crianças é entrar nas casas à noite e acordar as crianças maiores de 10 anos com objetivo de fotografá-las.

Fonte: Palestinalibre.org


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Um completo idiota (soldado israelense) dançando diante de palestina presa e vendada!

É incrível a capacidade que os soldados israelenses têm de serem uns completos BABACAS! Não há outra palavra para definir o modo como vêm se comportando diante dos palestinos. Os palestinos, que provavelmente foram presos por motivos banais, ainda têm que agüentar as insanidades desses idiotas!

Há algum tempo atrás os jornais divulgaram imagens tiradas por uma soldada com presos palestinos. Agora a notícia que corre é de um soldado israelense dançando música árabe diante de uma mulher palestina presa e com os olhos vendados.

Veja o vídeo.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

SHMINISTIM – Ditadura israelense e o serviço militar obrigatório



O serviço militar em Israel é obrigatório tanto para homem quanto para mulher. Para os homens o período de alistamento é de 3 anos enquanto que para as mulheres 2 anos.

Israel pune veementemente a pessoa que se voltar contra essa regra. Por isso podemos entender que Israel tem o objetivo de militarizar toda a sua população, já que todos estão obrigados a servir o exército e por conseqüência estão sujeitos a 'contribuir' com as missões de guerra.

Não importa o pensamento ou a posição social, se o cidadão é contra ou a favor do Governo. O alistamento é obrigatório e quem não o cumprir será punido. Para a grande maioria da população israelense conservadora a tentativa de se esquivar desta obrigação é um ato de covardia e de traição. Por outro lado, os argumentos sustentados por aqueles que tentam a dispensa do serviço militar são de que não concordam com a conduta violenta do exército e com a injusta ocupação dos territórios palestinos.

Diante dessa condição é que surgiu o SHMINISTIM, um grupo de estudantes israelenses que foram presos por se recusarem a servir num exército que ocupa os territórios palestinos. 18 de dezembro de 2008 foi a data que marcou o lançamento de uma campanha mundial para liberá-los da prisão. Em 2010, SHMINISTIM encaminhou uma carta ao Primeiro Ministro Netanyahu, onde nesta critica a ocupação e pergunta: "Pode o governo militar de uma população civil ser considerado outra coisa senão uma ditadura?"

É com esse comportamento que estes jovens israelenses se mostram mais conscientes da vida e dos direitos humanos. Além disso, estão conscientes da conduta ditatorial do governo que quer impor o serviço militar a toda uma população civil transformando-a em militar.

A declaração feita por Bem-David de 19 anos, mostra sua posição, a qual é compartilhada pela maioria dos jovens que se opõem ao alistamento obrigatório.


Recusar-se significa dizer não! Não à ditadura militar na Cisjordânia, não para o uso da violência como meio de defesa, não para o patriarcado, não à violência contra pessoas inocentes, não ao abuso contra os soldados, não à guerra e não a uma sociedade que pretende ser democrática, mas os jovens são forçados a carregar armas, matar e ser morto. (...) Recuso-me porque eu quero fazer a diferença. Quero que todos os jovens palestinos que perderam a esperança de ver que há israelenses que se preocupam e que fazem uma escolha diferente. Eu quero todos os meus amigos que se tornaram soldados ou que estão prestes a tornarem-se soldados vejam que as coisas não têm que ser do jeito que são e que fazendo todas aquelas coisas imorais não é algo a ser dado como certo, que de outra forma é possível, que você não tem que sofrer dentro de um sistema militar que oprime você (a maioria dos soldados sofrem quando estão no exército). Talvez eles também vão abrir seus olhos e suas mentes um pouco mais para o que está acontecendo ao seu redor (Ou Ben-David Katz).
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