terça-feira, 22 de julho de 2014

Israelenses assistem em morros as bombas e foguetes atirados sobre Gaza

Sderot Cinema: Bombing of Gaza

Impressiona o que alguns israelenses estão fazendo neste momento tão infeliz para o mundo.

Enquanto bombas e foguetes são atirados sobre Gaza e palestinos são assassinados indiscriminadamente, israelenses assistem tudo em morros próximos da fronteira. Este tem sido o cenário preferido de muitos israelenses.

Com requintes de crueldade, os sionistas se satisfazem com aquilo que se parece com fogos de artifícios em uma comemoração de réveillon. 


E para completar o momento, por que não pipocas, lanches, refrigerantes e cerveja? Posar para selfies também faz parte do cardápio. Pra quê desperdiçar um fundo com explosões que, ao que parece, é motivo de orgulho.

Israelis-sit-on-a-hill-to-watch-air-strikes-on-Gaza,-some-bring-drinks-and-snacks-as-they-cheer-the-explosions-a-few-miles-away.-Photograph--UPI_Landov_Barcroft-Media

Tem sido assim todos esses dias. Quando o sol começa a se por grupos de israelenses se reúnem em colinas próximas à fronteira de Gaza para torcer, gritar e assobiar com as bombas que caem sobre os palestinos.

Neste cinema o conforto está dispensado. Servem como assentos aos espectadores sofás velhos, cadeiras de jardim, bancos de automóveis e caixotes. Em uma colina, um balanço foi preso aos galhos de um pinheiro, permitindo que o seu ocupante, ao assistir às cenas de terror, possa balançar e aproveitar a brisa suave. 

É cruel, é macabro. São tipos de pessoas que estão imunes a qualquer sentimento de humanidade. Enquanto celebram a tragédia, palestinos gritam, se desesperam pelas ruas e em hospitais, perdem seus filhas, seus filhos, seus parentes e suas casas ao mesmo tempo em que servem de atores neste reality show para a plateia israelense.


Oriente-se.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Somos todos palestinos


Israel (sempre muito eficiente), atua da maneira que mais sabe, matando palestinos.

Mais de 520 mortos, crianças, mulheres, idosos, pessoas inocentes, pessoas comuns, como eu, como você.

Temos que abrir os olhos e apoiar nossos irmãos. Não há religião, política, raça ou cor que possa nos separar do sentimento de humanidade.

O que o mundo está vendo hoje, é o mais novo massacre investido por Israel contra os palestinos. Até quando?


Até quando a comunidade internacional permitirá que Israel assassine palestinos?

Ao contrário do que se ouve na mídia, Israel não possui um plano de ataque para destruir “terroristas”, não existe um roteiro e não se sabe ao certo os alvos que devem ser atingidos. Prova disso são as centenas de mortes de civis palestinos que somam às milhares de mortes das últimas guerras.

O plano de ataque de Israel é: atacar e atacar indiscriminadamente.


Os protestos pelo mundo mostram que nem todos estão inertes. A exemplo de um dos maiores protestos realizado em Londres nos últimos anos, cerca de 100 mil pessoas saíram às ruas gritando por um cessar fogo e pela liberdade do povo palestino. E o povo brasileiro ainda precisa acordar.

Em um desses sites de notícias encontrei o seguinte comentário: “Esse país tá um verdadeiro absurdo, um verdadeiro caos. Já não bastasse os problemas graves já enraizados em nossa federação em virtude de uma cultura diabólica de corrupção e ainda encontram espaço para manifestações em razão de circunstâncias de outros países. É um absurdo! (A. S.)”

Absurdo é essa pessoa falar com tanto egoísmo e ignorância. É deste pensamento que temos que nos livrar. O pensamento de que os problemas de outros países são apenas destes países e não são nossos. Esse é um grande engano. Temos sim que nos mobilizar, temos que acordar para a vida e pela vida. Não podemos admitir que pensamentos como estes nos rotule como meros animais irracionais. Não podemos assistir ao sofrimento e à dor alheia. Fazendo isso estaremos consentindo.


O mundo precisa acordar! O mundo precisa saber que todos nós somos palestinos!

Oriente-se.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Escudos humanos a favor da Síria

American and European Pacifists Volunteering as Human Shields for Syria

É interessante observar os diversos posicionamentos com relação à Síria. Alguns completamente desprovidos de conhecimento e extremamente românticos “I love USA”, muitos religiosos “é Jesus que está voltando”, e tantos outros curiosos. Mas uma coisa é certa, o grupo a favor do governo sírio tem aumentado.

Não se trata mais de ser contra ou a favor de Bashar. Se ele é ou não um ditador. A questão agora assume um “Q” humanitário. O que se tem observado é um clamor da comunidade internacional a favor do povo sírio.

Uma guerra civil nunca foi e nunca será uma coisa agradável. E para piorar, os oportunistas (Estados Unidos e Al-Qaeda), que dela se aproveitam, transformam aquilo que já está ruim em algo muito pior.

As pessoas estão cansadas de guerras, de ver centenas e milhares de civis e militares mortos (de ambas as partes), e enjoadas de ver Estados Unidos investindo em mais uma intervenção militar, cujos argumentos são arbitrários e mentirosos.

Há uma campanha internacional, de iniciativa do movimento “Human Shields”, convocando pessoas de toda parte do mundo a servirem de escudos humanos para proteger a Síria contra o ataque dos Estados Unidos.

O Movimento foi fundado por ativistas britânicos e americanos. O jornal britânico The Telegraph divulgou recentemente a notícia de que Franklin Lamb, um advogado recém-nomeado como o conselheiro legal do movimento, disse ter recebido milhares de pedidos de ativistas do mundo todo, incluindo Canadá, França, Itália, dos EUA e também da própria Grã-Bretanha, em apoio à Síria. Outra ativista pertencente ao movimento, de nome Dandashi, declarou que está recebendo mensagens de pessoas da Alemanha e de toda a Europa se oferecendo para serem escudos humanos.

Se por um lado os Estados Unidos usam de estratégias midiáticas para convencer a opinião pública sobre a necessidade de um ataque, por outro, o número de pessoas que estão despertando para a realidade dos fatos tem aumentado. Ou seja, nem mesmo os vídeos de ataques ocorridos na Síria divulgados pela CNN tem surtido o efeito esperado.

Oriente-se.
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